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segunda-feira, fevereiro 02, 2009

Oscar 2009 tera filme gay.



Dirigido pelo consagrado Gus Van Sant, "Milk: A Voz da Igualdade" tem Sean Penn como o ativista gay Harvey Milk, que se converteu em uma das personalidades políticas mais importantes de San Francisco na década de 70. Assassinato há 28 anos, Harvey Milk foi o primeiro homossexual a assumir um cargo político nos Estados Unidos. Ele foi eleito em 1977 e morto a tiros um ano depois pelo seu assessor Dan White. O filme estreia no Brasil em fevereiro.

Sean Penn interpreta um ativista gay em "Milk" foi indicado a melhor ator.





o// daledale!

Onde está o L Word brasileiro?

Por Laura Bacellar*
Publicado em 31/1/2009 às 14:02 no DYKERAMA




O seriado L Word virou mania mundial entre as lésbicas. Da Dinamarca à Nova Zelândia, passando por todas as Américas, quem é minimamente conectada sabe desse fenômeno da televisão a cabo norte-americana, acompanha suas personagens prediletas, baba pelas moças lindas que fazem sexo a três por quatro em cada episódio.

Não só as lésbicas mas o público em geral também tem acompanhado essa salada melodramática temperada com bissexuais, transgêneros, predadoras, artistas, feministas, milionárias, golpistas etc, etc, agora até uma assassina! TLW, como já ficou conhecido, já foi comentado em meios tão disparatados quanto as revistas de fofocas, as de moda, a sisuda Times, o intelectualérrimo New York Times, para não falar nos sites e blogues mundo afora.

Em suma, um fenômeno cultural e tanto.

Li os comentários que a produtora Ilene Chaiken fez no livro "The L Word – Welcome to our planet" sobre a criação da série e só pude aplaudir sua iniciativa. Como você talvez já saiba, ela era uma profissional com vários trabalhos na televisão e em 2000 apresentou um resuminho do que gostaria de fazer aos chefões do canal Showtime.

Foi sumariamente recusada.

Em 2001, no entanto, após o sucesso das séries gays Will & Grace, Queer as folk, Queer eye for a straight guy, a percepção da homossexualidade pelos tomadores de decisão da mídia mudou completamente. Ilene refez o projeto e voltou a bater na porta dos mesmos executivos, que dessa vez aceitaram a ideia de um novelão lésbico sem qualquer crítica ou restrição. E sem arrependimento, pelo que temos visto.

Não vou comentar a série, que tem resenhas suficientes pela internet inteira. O que gostaria de observar são os ingredientes que a tornaram um sucesso – e que podem ser copiados!

1. O seriado foi produzido por uma lésbica assumida. Ilene colocou-se para os executivos do Showtime como alguém do segmento que pretendia abordar, e que portanto entendia mais do assunto do que eles. Esse posicionamento fez com que eles respeitassem suas escolhas quando ela insistia, por exemplo, que essa ou aquela atriz jamais convenceria como lésbica;

2. O seriado tomou como ponto de partida falar de lésbicas. O grande diferencial de L Word é ter mulheres homossexuais e bissexuais como protagonistas, não heteros com quem se misturem. A visibilidade conquistada pelo programa é resultado direto de seu pioneirismo e coragem;

3. Ilene Chalken é uma produtora executiva profissional. Apesar de TLW ser seu trabalho de maior destaque, ela já havia ganho um Globo de Ouro pelo filme Dirty Pictures. As pessoas que ela escolheu para trabalhar com ela – assistentes, diretores, produtores – também são todos profissionais. Rose Troche, sua parceira na produção executiva, ganhou pontos por ser lésbica assumida também, mas foi convidada por ter dirigido Go Fish e uma série grande de filmes e seriados. Ou seja, nada de amadorismo ou improvisos aqui, ninguém foi tentando aprender com o andar da carruagem;

4. Todas as atrizes também são profissionais. Como conta a produtora, houve um esforço grande para selecionar atrizes competentes e convincentes para os papéis (além de lindas). Antes de contratar Laurel Holloman (Tina), por exemplo, Ilene a filmou (e às outras candidatas) ao lado de Jennifer Beals (Bette), para testar a química entre as duas na tela. Ninguém foi escolhida por ser a namorada da diretora...:

5. O seriado tem histórias! Cá e lá há concessões para o politicamente correto, explicações semi-didáticas, a inserção meio forçada do ícone do feminismo Gloria Steinem, mas o que predomina são as narrativas. As coisas acontecem no seriado, há tensão, drama (e dramalhão), confrontos, ação. Nada de discursos sem fim, nada de chatice.

Há um monte de besteiras nesse seriado também, vícios da telinha, descontinuidades, uma superficialidade como só a televisão consegue emplacar, além de um merchandising descarado. Fora todo o americanismo inevitável de algo que se propõe a mostrar as lésbicas de Los Angeles. Ainda assim é inegável sua contribuição para a nossa visibilidade, e de nos prover com algo para assistir e discutir e reclamar.

Agora eu pergunto: por que não seguir a receita? Será que não tem uma profissional que entenda de televisão e seja lésbica assumida nesse nosso país? Será que, agora que as americanas já abriram o caminho com sucesso, não é possível convencer os nossos executivos televisivos a bancarem uma série lésbica?

Será que, com as mudanças culturais todas a que estamos assistindo, não é possível encontrar profissionais que escrevam, dirijam, filmem, produzam, atuem em histórias interessantes sobre lésbicas?

Não seria mais interessante, ó moça criativa e cheia de idéias que me lê, parar de postar opiniões sobre quem matou a chata da Jenny e começar a pensar em produzir um L Word brasileiro?

* Laura Bacellar é escritora e editora, atualmente responsável pela Malagueta (www.editoramalagueta.com.br), a primeira editora de livros para mulheres que amam mulheres.

1 º post. ( grupo NDA )

Genten!

http://grupo-nda.blogspot.com/
Assunto: Solta essa bixa!

" Gabi, Gabi, Gabriela : serei a colunista gay dessa coisa toda. Toda segunda - feira vou postar sobre esse nosso universo colorido, e deixarei claro que todo mundo tem uma bixa dentro de si que ta louca pra sair... (nobomsentido)... "

comente POR FAVOR!

sexta-feira, janeiro 30, 2009

Amanda e Monick

O Festival de Audiovisual de Atibaia passou e eu nem comentei aqui no blog, e esse ano foi (na minha mera opnião) o melhor de todos ate agora.
Os curtas estavam incriveis, e achei MAARA que abordou bastante o assunto " homossexualismo", em um dia teve uns 3 curtas falando de travestis e homossexuais.
Um deles me chamou mta atençao, que chego ate a ganha o premio de 8 mil reais.
Se chama " Amanda e Monick", leia : (nao achei o video :S)



" Por Heitor Augusto

Barra de São Miguel, região do cariri paraibano. Lá, em uma cidade cuja população é quase duas mil vezes menor que a do município de São Paulo, dois travestis vivem realidades diferentes. Amanda é professora de história. Com olhar confiante, conquistou o respeito dos alunos. A base dessa auto-afirmação está no pai, que sempre deu apoio irrestrito. Monick aparenta ter uma realidade familiar diferente. Assumida desde os 17 anos, trabalha como prostituta em Santa Cruz do Capibaribe (Pernambuco). É na sala de aula que a trajetória de professor e aluno se cruzam.

A história é o centro do documentário em curta-metragem "Amanda e Monick", em exibição no Festival MixBrasil. O filme venceu o prêmio de melhor curta digital do Cine PE em maio. O diretor André da Costa Pinto mostra que, por detalhes de criação e convivência social, histórias parecidas podem tomar rumos diferentes. Nascido Artur Marculino Gomes, Amanda tem o suporte do pai. Seu depoimento no filme emociona. Com uma maturidade espantosa, Silvio Gomes trata a condição sexual do filho sem segredos e anormalidade, sem chegar nem perto do "politicamente correto". Apenas entende como normal a condição de Amanda.

Monick Mashahara, nome de guerra de Hernando Porfírio da Silva, tem outro caminho. Sua família sequer chega a ser citada no filme. "A relação delas com a família é que marca a diferença da trajetória". Sua sexualidade é outro ponto complexo. Não se encaixa simplesmente no rótulo de homossexual, por se travestir de mulher. Afirma-se gay, mas engravidou uma mulher - os dois vivem juntos. "Quando a criança nascer, eu vou ser a mãe e a Nilda [sua companheira] será o pai", confessa Monick.

"Amanda e Monick" coloca o espectador urbano no assento da dúvida e desconforto. Como em uma cidade de seis mil habitantes um travesti é aceito pela família, alunos, pais? "Isso é uma questão importante, que fica de reflexão", avalia o diretor. Em uma sociedade acostumada com os gêneros heterossexual, homossexual e bissexual, a condição de Monick põe mais caldo na história. Como antecipara Ronaldo Pamplona da Costa em "Os Onze Sexos - As Múltiplas Facetas da Sexualidade Humana".



é Mara! :P

É segunda-feira.

Segunda - feira eu começo a postar no blog que ja tinha dito, o grupo-nda.blogspot.com.
Vou postar exatamente oq posto aqui, tudo sobre o nosso mundo colorido!
Fiquem todas atentas e vamos divulgar, okey!?

;)

quinta-feira, janeiro 29, 2009

XIIIISS!

A bixarada ta solta!
Não perdoa nem a foto...


hahahahahha.



T.O.S.C.O.

Quem volta para o TLW?

Nessa ultima e belissima temporada ficamos empolgadas em saber quem vai e quem fica.
Ja sabemos que quem vai é Jenny ( e vai mesmo! ),
e sendo a confirmação da própria Chaiken a volta de 5 personagens: Eric Mabius (Tim), Holland Taylor (Peggy Peabody), Kelly Lynch (Ivan), Karina Lombard (Marina) e claaaro Sarah Shahi (Carmen).



OMG!
quem venham...
so pela Carmem ja vale a pena! *______*

fonte: mais parada! o/

Cartola.


tu curti cartola?!
e mulher de cartola?!
(6)³³

2º Episodio da 6ª temporada [ The L word ]


6×02 - Least Likely
Escolha um mirror de sua preferência


[ Megaupload Sendspace Rapidshare ]



valeuParadaLesbica o/

Amor a distancia.

Ontem presenciei uma cena triste, mas um tanto bunitinha:
Tenho 2 amigos do qual elas namoram, na cerca de 1 ano, e uma delas foi morar fora por conta de trabalho em quanto a outra ficou por aqui.
E ontem no meio de uma ligação ela sai do carro p/ poder falar com seu amor...
estava eu e uma outra amiga dentro do carro observando quando vimos que nossa queria amiga apaixonada volta com os olhos vermelhos, e quando perguntamos oq houve ela abaixa a cabeça, tampa os olhos e diz " é que eu to com saudadee " e desaba!
Fomos abraçar e consolar a amiga, mas sem dizer uma palavra.
Me deu um aperto no peito.
Quando fui embora fiquei pensando em quanto dirigia de como as coisas são tão injustas...
Esse casal é o casal mais lindo que ja vi. São perfeitas...
e ainda tem que passar por isso, o namoro a distancia.
É claro que foi escolha delas, elas tem que estudar, trabalhar, mais que certo... mas esse sacrificio, esse martirio é insuportavel!
So de olhar voce ve como isso é sacrificante.
E me sinto realmente mal por ve-las assim...
Tanto ela quanto todas nos...
Somo um grupo de 6 meninas, fielmente juntas. Das 6, 4 estão juntas a mais de 6 anos.
É uma permanencia, uma constante presença delas todos os dias, nos finais de semanas, nas bebedeiras, nas comedeiras, nas loucuras, nas ligaçoes, nos choros, nas risadas eternas, nas chacaras, nos passeios... em tudo o tempo todo!
Mas nos deparamos com uma idade em que temos que tomar um rumo, a escola acabo, temos que trabalhar, nos mudar p/ estudar...
De nos algumas vão pra São Paulo, outras pra Santos, uma ficara por aqui, e outra ainda estuda.
Cada uma de nos com seu proprio sonho, sua faculdade e trabalho.
O ano ta começando e nossas vidas começam a engrenar na dura jornada de " estudante ".
Que tenhamos sorte, e que sejamos fortes,
estamos longe, mas presente em cada lembrança.
é o amor tendo sua prova.
Prova que longe ainda seremos tão unidas quanto perto.

amo vcs.. muito!