Comparações são facilmente feitas, Uma vez que você prova a perfeição Como uma maçã pendurada em uma árvore Eu peguei a mais suculenta E eu ainda tenho a semente
Você disse 'siga em frente' Para onde vou? Eu acho que o segundo melhor É tudo que eu vou conhecer
Porque quando eu estou com ele Eu estou pensando em você Pensando em você O que eu faria se Você fosse o tal Que estava passando a noite Ah, eu queria que eu Estivesse olhando nos seus olhos
Você é como um verão indiano No meio do inverno Como um doce Com um centro de surpresa Como eu fico melhor? Uma vez que eu provei do melhor? Você disse que há Toneladas de peixes na água Então eu vou provar das águas
Ele beijou os meus lábios Eu provei da sua boca Ele me colocou para dentro Eu fiquei com nojo de mim mesma
Porque quando eu estou com ele Eu estou pensando em você Pensando em você O que eu faria se Você fosse o tal Que estava passando a noite Ah, eu queria que eu Estivesse olhando nos seus olhos
Você é o melhor E sim eu realmente me arrependo Como eu pude me deixar Deixar você ir Agora a lição está aprendida Eu toquei isso e eu fui queimada Ah eu achava que você devia saber
Porque quando eu estou com ele Eu estou pensando em você Pensando em você O que eu faria se Você fosse o tal Que estava passando a noite Ah, eu queria que eu Estivesse olhando nos seus olhos
Seus olhos, Olhando nos seus olhos Olhando nos seus olhos Ah você não vai andar? Esbarrar a porta e ... Me levar embora? Ah, sem mais erros Porque nos seus olhos eu gostaria de ficar.
O trailer do polêmico filme de Aluízio Abranches, Do Começo ao Fim, já caiu na net e, em apenas um dia de circulação, já foi visto mais de 25 mil vezes. Ainda sem data de estreia, o longa brasileiro retrata a delicada relação entre dois irmãos que são muitos próximos quando crianças e, na vida adulta, acabam vivendo uma grande paixão.
Quando crianças os irmãos são interpretados por Lucas Cotrim e Gabriel Kaufmann, esse último viveu o menino Francisco na novela global Páginas da Vida. A mãe de Gabriel, Denise Kaufmann, disse em entrevista ao site OFuxico sobre sua tranquilidade em autorizar o ator a interpretar o papel. “Os irmãos se apaixonam, mas o filme não mostra nada de concreto entre os dois enquanto são crianças, nenhum contato físico. Todo o amor que ele sente pelo irmão mais velho é apenas insinuado”.
“Eu não poderia proibi-lo de fazer esse filme, primeiro porque seria um preconceito bobo de minha parte e, segundo, pelo fato de o longa ser muito delicado e belíssimo”, disse Denise.
Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Abranches afirmou que não foi fácil alcançar essa delicadeza. Foi necessário passar horas no analista para se sentir seguro e, assim, deixar o elenco também seguro em relação à trama.
A atriz Julia Lemmertz, que vive a mãe dos meninos, disse que ficou intrigada com o roteiro na primeira leitura. “Foi realmente essencial o elenco entender a paixão daqueles meninos sem preconceito, como algo que acontece com dois rapazes de bem com a vida”.
Sargento Selma (Hermila Guedes) e Jaqueline (Fabíula Nascimento) tocaram os lábios no fim do episódio. Algo que durou cerca de três segundos. A primeira, que é homossexual assumida no programa, queria provar para a namorada do Tenente Wilson (Murilo Benício) que não eram amantes. Por isso, o beijo.
O fato pode ser considerado uma vitória dos grupos LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais), que viram nos últimos anos cenas do mesmo tipo serem censuradas pela direção da emissora. Em “Duas Caras”, Bernardinho (Thiago Mendonça) e Carlão (Gui Palhares) terminaram o folhetim casando. Porém, sem o beijo. Em “América”, a cena final entre Junior (Bruno Gagliasso) e Zeca (Erom Cordeiro) chegou a ser gravada com direito a um super beijo. Porém, a Globo não permitiu que as imagens fossem exibidas. Há quem diga que houve revolta interna pela censura. E muitos protestos dos grupos contra homofobia.
Espera-se que o beijo em “Força Tarefa” passe a ser visto como algo natural dentro da dramaturgia global (e por que não dizer brasileira?). Não exibi-los é, sim, preconceito. Afinal, em uma novela, todas as classes esperam ser retratadas. Sejam os pobres, ricos, ruivos, negros ou loiros. Do que adianta inserir casais homossexuais nos folhetins se os mesmos mal se tocam? Não estamos aqui defendendo sexo explícito, longe disso. Mas se uma novela exibe cenas de beijo entre heterossexuais, por que não fazer o mesmo com pessoas do mesmo sexo?
A razão é o preconceito brutal que ainda existe neste país. A verdade é que as pessoas não estão preparadas para encarar, dentro da sua sala de estar, a consumação de uma relação homossexual. A TV tem o poder (e o dever) de ajudar a quebrar essas barreiras.
Cantora, que diz ter hábito de usar calça comprida, está em ensaio da revista ‘Joyce Pascowitch’
Ana Carolina mostra seu lado mulherão na edição de maio da revista “Joyce Pascowitch”. A cantora posou para o fotógrafo André Schiliró com vestido vermelho, salto alto, joias e unhas pintadas (veja foto ao lado). Bem diferente do que ela costuma usar nos palcos e no dia-a-dia. “Foi uma ótima oportunidade de brincar. Nunca uso vestido, nunca”, disse ela, após nove horas de fotos. Ana Carolina também falou sobre os planos de ser mãe e de, quem sabe, se casar.
“Vou congelar meus óvulos. Talvez tenha vontade de ter um filho em dez anos. Mas vou me submeter a esse procedimento para ter a liberdade de decidir, para o sim ou para o não, quando eu quiser”, contou. “Já tive mais vontade de casar. Hoje não mais. Claro que não posso saber o que vai acontecer no futuro. De repente, se me animo, posso me vestir de noiva e tudo, de acordo com o protocolo. Ou casar com uma mulher – quem sabe? – vou de noivo”.
A cantora diz que não está namorando, mas tem lá suas histórias. “Não estou namorando. Aliás, não namoro ninguém já há muito tempo. Ficar sozinha é bom também. Mas não levo meu estado civil a ferro e fogo. Como é mesmo aquele ditado popular? Ah, lembrei. Solteira sim, sozinha nunca. Ou melhor, no meu caso tenho de dizer solteirO sim, sozinhA nunca.”.
O casal de lésbicas revelado por ÉPOCA ganha tratamento especial na maternidade e dá à luz gêmeos diante de câmeras de TV
Antes de seguir para a maternidade Adriana, grávida de gêmeos, recebe o carinho da companheira Munira.
Eduardo e Ana Luíza ainda nem tinham nascido e já tinham status de celebridade. Dentro da barriga de Adriana Tito Maciel, eram acompanhados passo a passo por câmeras de TV e jornalistas interessados na grandiosidade do seu nascimento. O parto em si não teria nada de especial, tampouco a cara dos bebês. Seria uma cesariana como outra qualquer, numa sala de cirurgia normal. A grande atração do Hospital Santa Joana na noite desta quarta-feira (29), em São Paulo, era a família de que esses bebês fazem parte. Em vez de uma grávida e um pai ansioso, havia ali uma grávida e uma segunda mãe ansiosa. Munira Khalil El Ourra, companheira de Adriana e dona dos óvulos que deram origem aos gêmeos que acabam de nascer da barriga de Adriana, estava tão nervosa quanto qualquer pai que aguarda o nascimento do primeiro filho. E orgulhosa por desbravar um mundo novo.
Se o que Adriana e Munira mais querem é ter uma família que seja respeitada como qualquer outra, como uma família normal, a coragem com que estão conquistando esse respeito já as torna diferentes. Na sala de espera da maternidade, os convidados delas eram os mais numerosos. Estavam ali a mãe de Adriana, irmãos e irmã, cunhada, sobrinha e padrasto, além da mãe e um irmão de Munira. Todos de banho tomado, roupa escolhida a dedo e um misto de alegria, medo e expectativa estampados no rosto. “As avós de hoje são diferentes, participam mais. Essa família já é diferente, fundamentada no amor, e estou adorando a ideia”, disse Maria de Fátima Alvez, mãe de Munira.
O desenho de um casal de mães lésbicas e suas duas filhas é o destaque do outdoor da campanha que homenageia as mães lésbicas lançado esta semana em Pernambuco por três organizações de defesa dos direitos dos homossexuais, o Núcleo de Cidadania Homossexual da UFPE, NUCH em parceria com o Grupo Luas (Liberade, União, Afetivo-Sexual das Mulheres Lésbias e Bissexuais) e o Movimento Gay Leões do Norte.
Além de retratar uma família formada por mães lésbicas, o outdoor traz uma frase que é o diálogo de uma das filhas do casal.
A menina diz: “tenho duas mães e muito amor por elas!.”
“A partir do momento que nós mostramos essa família de mães lésbicas, nós estamos estimulando o respeito amplo aos casais homossexuais” explica o integrantedo NUCHE e vice-presidente do Leões do Norte, Luciano Freitas.
A campanha foi publicada em dois outdoors. Eles estão em duas das principais avenidas do Recife. Um deles fica na avenida Conde da Boa Vista e outro na avenida Caxangá.
Pela Caxangá passam por dia, segundo os dados da Companhia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU), 54 mil veículos, entre ônibus e carros de passeio.
Pela Conde da Boa Vista, passam diariamente 664 ônibus segundo os cálculos do Grande Recife Consórcio, queadministra as linhas.
A campanha acontece durante todo o mês de maio e, além dos outdoors, serão distribuídos folderes, panfletos e cartazes com a mesma temática.
“A campanha é mais um instrumento de luta para o combate à lesbofobia/homofobia, machismo e exclusão social de milhares de famílias que vivem uma invisilidade por contra do preconceito e respeito ao outro. Com ela, abre-se o debate com a sociedade e respecivo líderes politicos sobre o tema” diz Ana Carla Lemos, do Grupo Luas.
O site inglês “News of the World” publicou uma entrevista em que a cantora Pink assume-se bissexual. Mas a cantora não gostou nada da entrevistae esclareceu em seu Twitter que não é bissexual: “Eu não sou bissexual, eu sou hétero”.
A cantora, que já declarou diversas vezes que adora os homossexuais, ressaltou que torce para que “chegue o dia em que pessoas não se preocupem com a sexualidade alheia e as mulheres tenham mais poder”.
Pelo seu jeito excêntrico, Pink sempre está em listas de celebridades que ainda não se assumiram. O que reforça essa ideia foram as declarações da própria cantora que, em 2008, confessou ter tido um relacionamento com outra mulher, mas que não passou dos beijos.