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segunda-feira, fevereiro 14, 2011

Los Hermanos

Não tenho nada contra o Los Hermanos, nada mesmo. Mas pra mim é sinônimo de amor que não deu certo. Quando alguém chega ouvindo Los Hermanos, logo sei que vai ser so mais um amor que não vai dar certo.
ou pq ela precisa estudar.
ou pq ela gosta de outra.
ou pq ela se afasta e nem percebe.
e essas. Esses amores pela metade. Me fazem suspirar toda vez que ouço Los Hermanos.


Em homenagem uma musica que não sai da minha cabeça.

sexta-feira, fevereiro 11, 2011

Black Swan

...o filme acaba e em choque com os olhos estalados na tela, eu e Lara, observávamos as letrinhas passando na tela indicando que tínhamos que voltar a realidade.

é. O filme é muito bom.

quinta-feira, fevereiro 10, 2011

problema?

E mais uma vez uma crise dar o ar da graça.
Quando acho que resolvi todos os meus problemas, e minha vida esta
caminhando como sempre deveria estar, eis que surge um problema.
Entao seguindo o pensando de nosso tao querido Murfy, um problema
é suficiente para acarretar todos os outros...
Em quanto um problema não esta resolvido, assim como eu quero, tudo
em minha volta não se resolve.
Gostaria de largar mão dessas pequenas coisas e simplesmente deixar
o tempo passar sem ligar.
De dizer foda-se, virar as costas e seguir caminhando com
um sorriso maroto no rosto.
Mas não. Isso me encomoda. Me corroe. Me faz perder noites de sono. E
por fim esse problema se torna a razão da minha existencia.
E sua resolução (que é sempre bem babaca) vira meu objetivo de vida.
Mas ai voce pensa. E se isso não tivesse se tornado um problema?
Como seria?
Bom, eu não ligaria.
Na verdade, se tornaria um problema... e o problema iria ser o inverso
deste.
Ah sim, claro. Eu crio problemas. Quando não ha uma entriga. Causo uma.
E não, eu não gosto de fazer isso. É involuntario. Sai do meu controle.
Quando tudo esta bem. Pra mim não esta. Como agora.
Mas logo passa. Como sempre passa. Logo a solução babaca aparece e esse não vai passar de mais um problema idiota.
E por fim, o fim.

segunda-feira, janeiro 24, 2011

Like a G6



Like a G6
Like a Dev
OMG, Dev... (6)

quarta-feira, janeiro 19, 2011

obvio


Shane McCutcheon


Shane McCutcheon


Boa amiga, divertida e mulherenga. Sempre disposta a ajudar e confiável, mas somente no que tange suas amizades, sua vida amorosa é simplesmente o oposto, quando se trata das mulheres com as quais se relaciona deixa a desejar. Sua maior qualidade é seu companheirismo e seu maior defeito é a incapacidade de lidar com suas emoções.


Quem é você no The L Word?


segunda-feira, janeiro 17, 2011

Amor em 4 attos



Que Chico Buarque escreve canções inspiradoras todo mundo sabe, a novidade é que algumas dessas músicas serviram como guia para a produção de Amor em 4 Atos. As músicas ‘Mil Perdões’, ‘Ela Faz Cinema’, ‘Construção’, ‘As Vitrines’ e ‘Folhetim’ estão presentes nos quatro capítulos da trama seja como base da história, tema, cenário, clima ou trilha sonora. Do dia 11 a 14 de janeiro você vai acompanhar as histórias dos casais Maria (Carolina Ferraz) e Lauro (Dalton Vigh), Letícia (Marjorie Estiano) e Antônio (Malvino Salvador) e do trio Vera (Alline Moraes), Ary (Vladimir Brichta) e Selma (Camila Morgado).
Um relacionamento cercado de ciúme e insegurança, assim é a história de Maria (Carolina Ferraz) e Lauro (Dalton Vigh), um casal de classe média alta de São Paulo que vive uma crise. O episódio ‘Meu único defeito foi não saber te amar’, inspirado na música ‘Mil Perdões’, é dirigido por Roberto Talma e Tande Bressane.
Em ‘Ela Faz Cinema’, dirigido por Tadeu Jungle, Letícia (Marjorie Estiano) é uma jovem cineasta que não consegue finalizar seu primeiro clipe por conta de uma obra que acontece no apartamento vizinho. Mas a reforma que traz tanta dor de cabeça para a moça também reserva uma boa surpresa.
‘Folhetim’ e ‘Vitrines’, dirigidos por Bruno Barreto, são os dois últimos episódios da série e contam uma história de amor quase improvável. Depois de um desentendimento com a esposa, Ary (Vladimir Brichita) sai de casa e se aventura pelos bares e boates de São Paulo. É na noite da cidade que ele conhece a prostituta Vera (Alline Moraes).

Amor em 4 Atos tem direção geral de Roberto Talma, com direção de Tande Bressane, Tadeu Jungle e Bruno Barreto.

-> de coisas assim que precisamos na Tv brasileira. Apesar do toque "felizes para sempre" da Globo, foi sensacional. Uma mini-mini-serie cheia de amor. Da vontade de viver algo assim...

fonte: http://amoremquatroatos.globo.com/platb/programa/

O Paradoxo do Nosso Tempo

Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios,
Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos
muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.

Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.

Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e
não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um
novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.

Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso
preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas
realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais
cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.

Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de
caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares
despedaçados.

Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das
rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.

Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa
reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por
aqui para sempre.

Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo
sequer.

Lembre-se de dizer "eu te amo" à sua companheira (o) e às pessoas que ama,
mas, em primeiro lugar, se ame... se ame muito.

Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.

Por isso, valorize as pessoas que estão ao seu lado,sempre.

segunda-feira, janeiro 10, 2011

PÂNICO

ooooh, ganhei minha semana.
Acabei de descobrir que vai sair o Pânico 4!

o filme é cheio de seus "clichês", mas gosto bastante da saga. o/
Lembro de uma época que me vestia de Pânico e saia pela rua assustando as pessoas...
Ai Ai Ai... bons tempos de terror!







Estou aguardando ansiosíssima!

2011

to pensando em postar alguma coisa sobre 2011, mas to realmente sem ideias.
e pra falar bem a verdade to com preguiça mesmo!

entao oh, moçada!

Feliz Ano Novo, e bla bla bla bla... ok?

depois que minha preguiça acabar e minha inspiração voltar, eu posto.

beeeejo.

segunda-feira, dezembro 20, 2010

Marjorie Estiano

Eu sempre gostei dela.



Marjorie Estiano foi vilã em Malhação, protagonista de novela das oito na Globo e cantora premiada. Mas nunca tinha deixado de lado o ar de garota tímida de Curitiba – até agora. Aos 28 anos, ela encarna uma prostituta para as lentes da Trip em seu primeiro ensaio sensual e ganha texto do cineasta Bruno Barreto em sua homenagem.

"Eu juro que nunca tinha ouvido falar da Marjorie. Certamente porque morei nos Estados Unidos muitos anos – só voltei ao Brasil quatro anos atrás – e porque não tenho o hábito de ver televisão. Por isso, tive aquela sensação tão gostosa, não só para um diretor, mas para o público em geral, de descobrir um grande talento quando fui assistir a Inverno da luz vermelha, a excelente montagem do texto de Adam Rapp dirigida por Monique Gardenberg e Michele Matalon.

No início do espetáculo, achei que ela devia ser uma atriz francesa que estava morando no Brasil, por causa da perfeição com que falava português com sotaque francês; e, ainda por cima, ela cantava em francês.

A Marjorie faz uma prostituta femme fatale que é de Paris, mas está passando um tempo em Amsterdã. Depois, é revelado que a personagem é brasileira – ela engrena um português sem sotaque – e estava apenas fingindo ser francesa, uma virada na trama e na minha cabeça, que seguia a história e ao mesmo tempo tentava desvendar a origem daquela mulher – personagem e atriz – tão fascinante.

No início do segundo ato, uma menina, brejeira e desamparada, toca a campainha de um apartamento. Eu achei que era um novo personagem, uma nova atriz – eu não leio programas de teatro, que, em geral, têm a sinopse da peça. Para minha surpresa, logo em seguida, descubro que a menina também era a Marjorie.

Corta para o saguão da entrada do Teatro Faap, em São Paulo, eu conversando com a Monique sobre a peça, esperando a Marjorie sair, para cumprimentá-la. A Monique me interrompe, acenando com a cabeça em direção a Marjorie, que estava ao meu lado conversando com amigos já fazia algum tempo.

Duas semanas depois, assisti ao filme Malu de bicicleta, de Flavio Tambellini, sabendo que a Marjorie estava no elenco e de novo fiquei na dúvida se a amiga da protagonista era realmente ela.

O Marcello Mastroianni, com quem eu trabalhei em Gabriela, me disse que não entendia por que a maioria dos atores e atrizes estavam sempre tentando se descobrir, encontrar sua identidade; enfim, de alguma maneira resolver a fragmentação de suas existências, já que eles ganham a vida sendo outras pessoas. O Marcello achava que, se o ator/atriz se encontra, a capacidade de atuar fica prejudicada. Que o grande prazer de atuar é exatamente ser um camaleão.

Eu contei essa conversa para minha analista na época, e ela, que tinha duas atrizes como pacientes, teve um estalo: o trabalho na análise de um ator não deve ser de integração, mas de viver em paz com a fragmentação.

Não conheço a Marjorie. Só a encontrei no teatro, depois de ver a peça, e uma outra vez na sede de uma produtora em São Paulo, onde ela ensaiava um episódio da minissérie O amor em quatro atos. Ela não poderia ter sido mais tímida; aliás, como todos os grandes atores e atrizes que eu conheço.

De bicho eu não entendo nada, muito menos de répteis, mas sempre fui fascinado por aqueles pequenos lagartos que vivem em superfícies pedregosas. Eles me dão a impressão de serem extremamente envergonhados, quase pedindo desculpas por existirem. Ao mesmo tempo, tenho a certeza de que eles se divertem muito."

“Rapte-me, camaleoa
Adapte-me ao seu
Ne me quitte pas...”


Trip Girls