
éé, esse é nosso querido Harry Potter.
da pra acreditar? ele com aquela Hermione do lado... vai e pega o apresentador!
fala serio!
iiiiieecth!
Por Brunella França em Memórias Póstumas de Jenny Schecter
Lindsay mostra os seios em ensaio sensual...
A personagem de tirinhas lésbica ganha quadrinhos...
violência contra mulheres!
Seu-Guei de cara nova... confira as novidades!

Foi utilizado do aplicativo Twibbon, que permite carimbar seu avatar com o logotipo da sua campanha, alias, maior ‘hype’ na rede.
A campanha foi colocada no ar na tarde do dia 20 sem muita pretensão, já que se imaginava que proporcionalmente o número de LGBTs e de simpatizantes no Twitter fosse pequeno. Ledo engano.
Dois dias depois, de forma espontânea, a jornalista e apresentadora @rosana Hermann aderiu à campanha. Pronto, ai estourou de vez. Um mundo de twitters coloridos começaram a pipocar.
Desde então a campanha Não Homofobia – PLC 122/06 se mantém no trending do Twibbon, aparecendo também como uma das dez mais apoiadas e em primeiro lugar entre as campanhas brasileiras, ganhando da campanha “#ForaSarney”.
O interessante foi ver a reação das pessoas em algumas ‘tuitadas’. Muitos LGBTs se mantiveram fora da campanha, talvez por não gostarem de participarem de campanhas do tipo ou porque não quiseram se expor mesmo, já que acham que o avatar com arco-íris poderia denuncia-lo a sua rede como gay. Não importa, é da escolha de cada um, ninguém deve ser obrigado a fazer nada que não queira.
Tinhamos também alguns heteros que se diziam simpatizantes com a campanha, não carimbaram seus avatares mas ‘retuitaram’ para sua rede. Novamente entendemos, mas agradecemos.
E do outro lado, heteros que simpatizaram e vestiram a camisa, literalmente. Como foi o caso da própria @rosana e do cantor @Ticostacruz, do Detonautas.
E ai, o que temos comentar são as reações de muitos seguidores deles que os indagavam o por quê estavam com ‘cores gays’ nos seus avatares, fato refletido em inúmeros outros twitters simpatizantes.
E, infelizmente, não faltou os que faziam chacota e comentários homofóbicos. O próprio @Ticostacruz comentou num outro tweet que “tem gente que acha que chamar o outro de Gay é ofensa. Patético“.
Pontos para ele e os demais simpatizantes, nossos agradecimentos. Alias, parabéns para todos, deixando a mensagem contra a homofobia acesa na web e demostrar que um mundo de alegria, amor e respeito é possível com a colaboração de todos.
E agora é um bom momento, já que você chegou até aqui, para apoiar a campanha. Primeiro indo lá no http://www.naohomofobia.com.br e assinar seu abaixo-assinado e depois aqui, para colocar seu arco-íris no seu Twitter.
Fonte: Gay.com
-> meu twitter, sigam-me os bons (quer dizer, as boas... (6)³ )


Pesquisa mostra que mulheres lésbicas se sentem menos pressionadas a seguir padrão de beleza.
Um estudo recente realizado pela Sociedade Britânica de Psicologia descobriu que as mulheres heterossexuais e bissexuais sentem maior pressão em conseguir um “corpo perfeito” do que as homossexuais.
A pesquisa utilizou uma amostra de 472 mulheres - 119 lésbicas, 89 bissexuais e 264 heterossexuais -, que responderam a questionários sobre aparência, satisfação com o corpo e distúrbios alimentares.
O resultado mostrou que as lésbicas sentem menos pressão para se adequar aos padrões sociais de aparência. No entanto, todas as três categorias de estudo mostraram o mesmo nível de pressão no que se refere à satisfação com o corpo e às questões alimentares.
Caroline Huxley, da Universidade de West England, que conduziu a pesquisa, classificou o resultado como “surpreendente”. “As mulheres heterossexuais se mostraram mais afetadas pela mídia, mais conscientes da pressão social pela aparência e internalizaram ideais de atratividade em maior grau que as mulheres homossexuais”, disse Huxley.
Huxley explicou os resultados dizendo que enquanto a pressão sentida pelas heterossexuais afetam sua aparência e hábitos alimentares, as lésbicas sentem pressões diferentes que impactam de maneira similar o modo como vêem o próprio corpo, resultando em níveis similares aos apresentados pelas outras participantes da pesquisa.
Carrey vive Steven Russell, ex-oficial de polícia, pai de família, que ficou famoso por escapar da prisão no Texas quatro vezes - uma delas, fingindo por meses estar doente de AIDS e forjando o próprio atestado de óbito. Fora da prisão, Russell conseguiu - por duas vezes - virar diretor financeiro de companhias com um salário de centenas de milhares de dólares.
A única fraqueza conhecida de Russell era sua paixão por um ex-companheiro de cela, homônimo da companhia de cigarros e que empresta seu nome ao filme. Phillip Morris é vivido no filme por Ewan McGregor.
O livro que biografa Steven Russell foi escrito por Steve McVicker, repórter criminal do jornal Houston Chronicle. Andrew Lazar e Far Shariat produzem o filme, que marca a estreia na direção de Glenn Ficarra e John Requa (roteiristas de Papai Noel às Avessas).
O longa estreia na França - onde já foi exibido no Festival de Cannes - no dia 9 de setembro. Nos Estados Unidos, onde quase ficou sem distribuição por conta do seu teor sexual explícito, ficou para fevereiro de 2010. No Brasil, estreia em 2 de abril, com o título Eu te Amo, Phillip Morris.
